A resposta mais perigosa é:
“Depende.”
E parar por aí.
Sim, depende.
Mas depende de quê?
A escolha precisa considerar os números e as características da empresa.
Por exemplo:
✓ margem de lucro real;
✓ despesas operacionais;
✓ folha de pagamento;
✓ composição das receitas;
✓ atividade desenvolvida;
✓ créditos tributários;
✓ perfil dos clientes;
✓ perfil dos fornecedores;
✓ estrutura da operação;
✓ projeção de crescimento;
✓ impactos da Reforma Tributária.
Uma empresa com determinada margem pode ter uma realidade completamente diferente de outra empresa com o mesmo faturamento.
Por isso, comparar apenas as alíquotas pode levar a uma conclusão equivocada.
O ponto central:
O melhor regime não é necessariamente aquele que apresenta a menor alíquota nominal.
É aquele que, considerando o conjunto da operação, produz o cenário mais adequado para a empresa dentro da legalidade.
E a Reforma Tributária acrescenta novas variáveis nessa equação.
📊 Por isso, antes de escolher, faça simulações.
Faturamento + margem + operação + clientes + fornecedores + Reforma = análise tributária estratégica.
📌 Se sua empresa está entre o Lucro Presumido e o Lucro Real, este é um tema que merece análise individualizada.